domingo, 21 de setembro de 2014
ser filho do Pai
Ser filho do Pai,numa multitude de irmãos...como o Nazareno foi....um sonho que se constroi...ser filho como Ele o foi na total confiança,no total Amor,na total disponibilidade,na total obediência....não parece horizonte à medida da nossa mesquinhez.No entanto, mesmo assim o Filho obteve-nos por graça o que por mérito não alcançaríamos.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Os 4 cavaleiros
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| da net |
Desse livro fazem parte três cavaleiros,que assolam a terra com as epidemias,a guerra e a fome.... o que está acontecer, nos nossos tempos, nos 4 cantos da terra,...trazendo interrogações,medos,violência,tristeza,preocupação...parecendo que a humanidade não vai encontrar saída.
Mas existe um quarto cavaleiro, o cavaleiro do cavalo branco (6,2) que "saíu vitorioso,para vencer"
Todo o Apocalipse está eivado de simbologia,por ser um livro escrito na clandestinidade para dar força aos cristãos que estavam na grande tribulação,sem que no entanto as autoridades romanas disso se pudessem aperceber.
Ora a imagem do cavaleiro branco vitorioso é Cristo que ontem,hoje e sempre ilumina os nosso dias mais escuros e dá força e ânimo, aos que como na primeira igreja, apesar da perseguição, não deixam o primeiro amor.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Maria - que nos precedeu
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| Le Brun |
A VIRGEM DA GALILEIA
Era uma vez uma virgem
Em Nazaré, branca aldeia,
Que tinha um noivo da origem
Dos velhos reis da Judeia.
À porta do seu casal
Crescia a flor do espinheiro,
Como um emblema primeiro
Do diadema real.
De rastos seus pés beijavam
As plantas, como às rainhas.
No seu telhado adejavam
As asas das andorinhas.
Consolar a alheia mágoa
Ninguém sabia tão bem!
Era mais pura que a água
Da cisterna de Belém.
Havia anseios contidos,
Como vozes de quem roga,
Quando ía de olhos descidos,
Ao sábado, à sinagoga.
Vinham as pombas, em bando,
Sobre as suas mãos pousar,
Quando fiava, cantando,
Sentada à porta do lar.
Dizia a branca açucena,
Para a flor do rosmaninho:
- Que casta virgem morena
Toda vestida de linho!
O mar que se ri da sonda
Dizia com tom estranho:
- Quem me dera uma só onda
Do seu cabelo castanho!
Toda a tarde o rouxinol
Cantava à flor do espinheiro:
- Que lindo rosto trigueiro!
Que cantos cheios de sol!
Os marinheiros as barcas
Paravam, como em delírio.
Era o mais místico lírio
Do bordão dos Patriarcas!
Ora, uma vez que fiava,
Cantando ao pé do espinheiro,
À porta do lar pousava
Um singular passageiro.
Voavam pombas nos cumes,
O Sol descia a ladeira.
No ar boiavam perfumes
Mìsticos de laranjeira.
O rosto do mensageiro,
Plácido e resplandecente,
Brilhava como um guerreiro,
E como o Sol no Oriente.
Então, com voz grave, cheia
De uma inefável poesia,
À Virgem de Galileia
Saudou-a: «Ave-Maria!
Ave, ó lírio impoluto!
Cheia de graça ante os Céus.
Bento no ventre é teu fruto.
Convosco é o Senhor Deus!»
Mas ela, com humildade,
Como a rasteirinha erva:
- «Faça-se a Vossa vontade,
Senhor, eis a Vossa serva!»
Então as rolas voaram,
Deu graças o Oceano vário.
- Mas, sobre as hastes, choraram
As violetas do Calvário.
Gomes Leal, História de Jesus
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Aqui e agora
"Aqui, e assim, se joga a nossa vida. No saber parar. No deixar-Te entrar.
Por isso Te agradeço este espaço e este tempo privilegiados.
E Te peço, Deus Pai, que nos ajudes, neste tempo de férias, a ser capazes não só de descansar e aproveitar em pleno, mas também de nos situarmos nas nossas vidas de forma a empenharmo-nos de facto, com aquilo que somos e temos, na construção do Teu Reino."
Do retiro on line da Verbum Dei
domingo, 22 de junho de 2014
Mais que vencedores...
Podemos constatar que o mundo que foi tão amado por Deus para Lhe entregar o Seu Único Filho ,em determinado momento histórico, não era diferente do nosso...situações de opressão aconteciam,a descriminação,o compadrio,a hipocrisia,a imoralidade campeavam.
É esse o maravilhoso paradoxo do nosso Deus..Ele ama os seus frágeis Filhos,apesar de pecadores.Por esse Amor que não tem paralelo,Ele ama mais ainda não o que é bonito e belo e bom, mas o mais desfigurado,chamando-o à Redenção.
Ele entrega-nos o Libertador,que veio segundo a carne,para chamar os pecadores "Ouvindo-os, Jesus replicou: Os sãos não precisam de médico, mas os enfermos; não vim chamar os justos, mas os pecadores". (Mc 2,17),porque o nosso Deus sabe até que ponto o pecado destroi e aniquila a dignidade do homem,que é a Sua maior glória.
Caminhemos na esperança de Abraão,jugulando ,em nós ,as permanentes lamentações que parecem negar que Deus é o Senhor da História e o Vencedor Absoluto do mal.
É esse o maravilhoso paradoxo do nosso Deus..Ele ama os seus frágeis Filhos,apesar de pecadores.Por esse Amor que não tem paralelo,Ele ama mais ainda não o que é bonito e belo e bom, mas o mais desfigurado,chamando-o à Redenção.
Ele entrega-nos o Libertador,que veio segundo a carne,para chamar os pecadores "Ouvindo-os, Jesus replicou: Os sãos não precisam de médico, mas os enfermos; não vim chamar os justos, mas os pecadores". (Mc 2,17),porque o nosso Deus sabe até que ponto o pecado destroi e aniquila a dignidade do homem,que é a Sua maior glória.
Caminhemos na esperança de Abraão,jugulando ,em nós ,as permanentes lamentações que parecem negar que Deus é o Senhor da História e o Vencedor Absoluto do mal.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Corpo de Deus
e pensei na antiga antifona...a Virgem sustentou Quem sustenta o mundo...e eu ...tb...pela dádiva do Seu insuperável Amor.
terça-feira, 27 de maio de 2014
O Papa na Terra Santa
| Jardim das Oliveiras - Jerusalém 2013 |
Etiquetas:
Terra Santa
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