Eu amo-Vos Jesus pela multidão que se abriga dentro de vós, que ouço, com todos os outros seres, falar, rezar, chorar, quando me junto a Vós.
TEILHARD DE CHARDIN

domingo, 9 de março de 2014

As mulheres no Evangelho


Foram mulheres que recolheram algumas das revelações mais decisivas da nossa Fé... 

 Jesus - a água viva que pode matar a sede de forma definitiva  - com a samaritana


 Jesus - a Ressurreição que nos vai incluir -  com Marta


 Jesus - o Caminho que não se reduz à casa de Israel - com a cananeia.


 Jesus - o Messias que não oculta a sua identidade às mulheres,  porque não o levam às pompas do poder  - com a samaritana.




sábado, 15 de fevereiro de 2014

a Tua mão


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Esperar sempre...


O palpitar da Primavera, que a Criação prepara, leva-nos  ao sopro da Ressurreição que trespassa de luz o nosso mundo de sombras tão escuras!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Boas Festas

Santo Natal do Senhor!


deseja a aria

domingo, 15 de dezembro de 2013

Pai nosso

Rembrandt


Pai nosso-disse Jesus para chamarmos o Seu Abba...e que seja santificado o Seu nome...Sim,eternamente santificado o Seu Nome de Pai...que nos concede por Jesus a filiação divina,a protecção sem fim,o Amor absoluto.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MARIA


Ajuda-nos a permanecer na escuta atenta da voz do Senhor: / o grito dos pobres nunca nos deixe indiferentes, / o sofrimento dos doentes e de quem passa por necessidade não nos encontre distraídos, / a solidão dos idosos e a fragilidade das crianças nos comovam, / toda a vida humana seja por todos nós sempre amada e venerada.
Papa Francisco

sábado, 30 de novembro de 2013

A alegria que vem do Evangelho

Sobre a exortação apostólica do Papa Francisco uma súmula:



 
1. O Papa Francisco não é diluente. Afinal, o Papa Francisco até se mostra muito acutilante e bastante exigente.
Não abandona nenhum elemento da doutrina. E insiste imensamente no testemunho de vida.

2. É preciso que a Igreja deixe de se referir a ela mesma. É fundamental que a Igreja saia, que vá ao encontro.
Que pare junto das pessoas. Que, sem excluir ninguém, dê prioridade aos mais pobres, aos que estão nas periferias.

3. O Papa não quer uma Igreja sentada, consumindo o tempo apenas em congressos, simpósios e reuniões.
Ele pretende uma Igreja de joelhos e de pé. Enfim, uma Igreja orante e caminhante.

4. Neste sentido, prefere «uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças».
Decididamente, ele não quer «uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos».

5. Para isso, é urgente que a Igreja emagreça as estruturas. É imperioso que o Evangelho perpasse, que nunca se desfaça e que sempre nos refaça.
É decisivo que as energias se gastem na missão e não se desgastem em tantas adiposidades que os séculos foram introduzindo.

6. A leveza do Evangelho reclama uma cura da obesidade burocrática que tão aprisionados nos retêm.
Não raramente, parece que vivemos entalados entre uma bulimia funcionalista e uma anorexia vivencial.

7. O Papa oferece-nos uma exortação apostólica, mas o seu impacto não será seguramente inferior ao de uma encíclica.
É um texto que vem na sequência do Sínodo dos Bispos. Mas as marcas impressivas de Francisco estão lá.

8. A «Evangelii gaudium» é, além do programa de um pontificado, uma espécie de «manifesto contra o instalamento».
Ela convoca-nos para a renovação da Igreja e para a transformação da humanidade.

9. Num mundo diferente, a Igreja não pode ser indiferente.
Ela tem de fazer coro com quem diz «não a uma economia da exclusão e da desigualdade social. Esta economia mata. Não é possível que a morte por enregelamento dum idoso sem abrigo não seja notícia».

10. No deserto em que o mundo se tornou, os cristãos são chamados a ser «pessoas-cântaro para dar de beber aos outros».
Assim imitaremos Jesus, «o evangelizador por excelência e o Evangelho em pessoa, que Se identificou especialmente com os mais pequeninos (cf. Mt 25, 40)».
Pe. João Teixeira
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