Eu amo-Vos Jesus pela multidão que se abriga dentro de vós, que ouço, com todos os outros seres, falar, rezar, chorar, quando me junto a Vós.
TEILHARD DE CHARDIN

sábado, 23 de junho de 2012

Fazei isto...mas aquilo também


Fazei isto em memória de mim não foi apenas referido à ceia,mas ao serviço que a precedeu.


(fazei isto em memória de mim. Lucas 22,19)




Lembremo-lo em cada Eucaristia,para agir em conformidade.


(15.Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós.João 13)


Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

é para me fazer nascer...


Definiu-se o Homem como “um ser para a morte”.
Atingi a idade onde sei que este dia, para o qual nasci, está próximo.
E eu não digo senão com S. Paulo:
“Desejo partir e viver com Cristo” (Flp 1, 21).
Sei que esse momento será o de maior Graça da minha vida!
É por Deus que sou criado, criado mortal.
Ora, Ele é o meu Pai.
Um Pai não gera uma criança a fim de lhe dar a morte!
Se, por criação, Ele me destina a morrer, é para me fazer nascer.
O inimigo da criação de Deus é que perverteu o sentido da morte...
Quando pelo pecado o Homem se corta da Vida de Deus,
a morte torna-se nele o contrário dela própria,
ou seja, torna-se verdadeiramente mortal.
Mas Jesus salva os Homens “salvando a morte”,
isto é, restabelecendo-a na sua dignidade original.
Jesus “entregou-se por mim” (Gal 2, 21), morreu santamente, de morte filial,
e salva-nos da morte mortal, liberta-nos da morte que mata,assumindo-nos no seu morrer para o Pai:
“Felizes os que morrem no Senhor!” (Ap 14, 13).

Ele disse: “Eu sou o caminho… Ninguém chega ao Pai senão por mim” (Jo 14, 6).
Ele disse: “Eu sou a Porta; ninguém entra sem passar por mim” (Jo 10, 7).
Eis que chegou a Hora de pôr-me a Caminho e de entrar pela Porta aberta.
Por mim mesmo eu não saberia cruzar a distância da Terra ao Céu, que é infinita.
Tanto mais que, na morte, serei reduzido à fraqueza radical.
Mas Jesus estará lá, “Caminho Vivo” (Hb 10, 20) e Porta Aberta,
“Cristo nossa Páscoa” (1Cor 5, 7),
Jesus o meu “passador”.
Atrair-me-á a si e me inCorporará ao seu próprio “morrer para o Pai”.
A minha morte já foi ensaiada na sua!
Por isso, eu só me quero entregar a ele.
Ele será o meu salvador, como foi para Pedro, na noite e na tempestade.
Tinha saído do barco, da segurança do seu barco
e tinha-se arriscado sobre as ondas da morte.
Jesus está lá.
No momento em que Pedro se afunda ele diz-lhe: “Não tenhas medo!”,
estende-lhe a mão e puxa-o até si.
Da mesma maneira, será Jesus quem me fará passar do mundo ao Pai,
será ele quem me fará morrer para o Pai:
“Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou,
do mesmo modo os que morreram com Jesus,
Deus os ressuscitará com ele”.
Porque este Jesus a quem me juntarei na minha morte,
ele mesmo foi na sua morte que foi ressuscitado.
Eu morrerei na sua morte!

Ele vive para sempre a ocupar o seu lugar junto do Pai que o glorifica.
Ele vive para sempre no mistério da sua morte, da sua entrega para o Pai.
Ele vive continuamente no instante do dom de si mesmo
em que ele é gloriosamente recebido pelo Pai.

Ele é eterno no momento supremo do seu amor (Jo 15, 13),
em que o Pai o abraça na plenitude do Espírito Santo.

Jesus me unirá a si e morreremos a dois para o Pai.
Suprema comunhão pascal!
A morte do filho para o Pai é imensa,
uma morte de uma potência ilimitada,
rio capaz de conduzir até Deus todos estes “seres para a morte” que são os Homens.
Jesus matou na sua morte a morte de todos os Homens.
Eu o aguardo: morrerei na morte filial do meu Salvador!

François Durrwell cssr(no blog derrotar montanhas)



Sim é a Ele que eu aguardo,o meu Senhor ressuscitado que cada dia faz o caminho comigo.

sábado, 16 de junho de 2012

Ó nosso Pai


Eis o que diz o Senhor: «Quando Israel 
era ainda menino,
 Eu amei-o, e chamei do Egipto o meu filho.
Entretanto, Eu ensinava Efraim a andar, trazia-o nos meus braços,
 mas não reconheceram que era Eu quem cuidava deles.
Segurava-os com laços humanos, com laços de amor, 
fui para eles como os que levantam uma criancinha contra
 o seu rosto; inclinei-me para ele para lhe dar de comer.
Como poderia abandonar-te, ó Efraim? Entregar-te, ó Israel?
 Como poderia Eu abandonar-te, como a Adma, 
ou tratar-te como Seboim? O meu coração dá voltas 
dentro de mim, comovem-se as minhas entranhas.
Não desafogarei o furor da minha cólera, não voltarei 
a destruir Efraim; porque sou Deus e não um homem, 
sou o Santo no meio de ti, e não me deixo levar pela ira. 
(Livro de Oseias - 1,3-4,8)

Entretanto, Eu ensinava Efraim a andar, trazia-o nos meus braços,



Laços  como os nossos,humanos, no que é bom e terno e do Amor...
Deus
e não homem naquilo que no homem não é bom,nem terno,nem do Amor

terça-feira, 12 de junho de 2012

casamento civil



Quando hoje na celebração dos casamentos civis em Lisboa se leu a 1ª Carta aos Corintios-13....alguma coisa parece que mexeu.Ou não?

domingo, 10 de junho de 2012

É bom...

É bom deixar-mo-nos embeber pelas maravilhas do Criador e pelos dons que concedeu.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

as dores de um parto que não acaba

Viver a alegria que vem do Espírito Santo parece-me ser o testemunho mais urgente que podemos oferecer a este mundo que Deus ama mas que se torce nas dores de um parto que não acaba.


Frère Benoît, abade de Timadeuc

sábado, 2 de junho de 2012

Divinizados...

Na gota de água que é deitada no vinho em breve mudado no sangue do Senhor,somos nós que pelo poder do Espírito Santo vamos ter parte na divindade de Cristo.Ele que se dignou unir à nossa humanidade para nos levar até Ele e dar-nos a força para os dias.