
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
sem mancha ,nem ruga

humildade e mansidão
Dura aprendizagem..por vezes passa por nos suportarmos uns aos outros,como diz S.Paulo, quando mais do que isso seria eufemismo sem apoio no coração.
Senhor,quando no nosso caminho ainda não for possivel amar aquele ou aquela, dá-nos a luz interior que permite aoss nossos ligamentos de coração não entrarem em rotura e que seja possivel ir ainda ao altar!
E permiti-me que me suporte a mim mesma ,sempre em inquietação, sobre a correspondência à Tua bondade,ao lançar dos talentos,à maturação em frutos...saber que me amas parece por vezes aumentar o desassossego...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Senhor...convida-nos
São semelhantes a meninos que, sentados na praça, falam uns com os outros, dizendo: Tocamos a flauta e não dançastes; entoamos lamentações e não chorastes. (Lc 7,32)
Do Evangelho de hoje
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Encontros...que nos cristificam

Quando começamos a compreender que na oração vamos encontrar Alguém e Alguém que nos ama de forma única o sentido da nossa oração muda.
Não é mais um dever,uma obrigação mas uma corrida para o dialogo em que o coração escuta a voz do Pai e adora o Espírito que em si reza de forma inexprimível produzindo uma necessidade cada vez mais forte de conformar o nosso eu com Jesus,nosso divino Irmão.
Dizia-nos um monge trapista, sobre a oração ,em que vivia imerso:“A oração não é só uma criação do Pai, mas também um dos poucos caminhos pelo qual o homem consegue chegar ao nível da linguagem divina. Quando o homem ora, o Pai consegue compreender a linguagem dos filhos. Sublinho que orar não significa forçosamente existência de sons, pode muito bem apenas ser a tua presença.”
Na continuidade da oração vamos descobrindo que o Pai se vai revelando à medida do nosso próprio mistério,movendo as fibras mais ocultas do nosso ser,na Sua direcção.
Muitas vezes nos apontam métodos e formas de rezar,mas nunca podemos abstrair a nossa maneira pessoal,o nosso esforço único de encontrar o Senhor.
Vemos nos Evangelhos que todos os encontros de Jesus são pessoais.Quando os encontros se tornam mais e mais frequentes as virtualidades, que em nós existem, vão-se expandindo em vida de abundantes frutos.
O Padre jesuíta Dário Pedroso dá-nos ,em síntese, toda a maravilhosa realidade dos nossos tempos com Deus:
“Com a oração dar-se-á aos poucos a evangelização do nosso interior, da alma, do coração, da inteligência, da vontade, do afecto, do ser e da vida. Oração que não seja pietismo estéril, piedade balofa, espiritualidade vazia, mas grandeza de alma, plena de Deus, da sua vida e da sua graça. Por isso, oração que transforma, que cristifica, que converte, que cura, que transfigura, que nos mergulha em Deus e nos dá paz e alegria. Oração que nos faz viver de outro modo e nos compromete com os homens, com o mundo.Oração que nos dará o fogo dos Apóstolos da manhã de Pentecostes. Oração que nos fará incendiários ao jeito de Jesus. Oração que nos dará a graça de vivermos a vida com paixão, de coração aberto para amar sem medida.Oração que nos fará aprender a morrer, como o grão de trigo, para que os outros tenham vida e a tenham em abundância. Oração que nos abrirá o coração ao amor louco e apaixonado de Deus e nos fará descobri-Lo sempre, e cada vez mais e melhor, como o tesouro das nossas vidas.”
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Partilhar o Consolador
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
amou-os até ao fim...

