
Sempre no altar nos entregamos ,com Cristo,como oferenda permanente, na cruz de cada dia, em que a rotina se ilumina NAQUELE que na oblação de vida se tornou o ÚNICO IRMÂO permanente das nossas dores .
quando os silêncios e os abandonos se tornam mais inquietantes.
Os tangos do Aleluia tocam-se em muitas claves...

